terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Gangster Squad

Based on the book by Paul Lieberman, the plot follows a group of cops in 1949 L.A. who are brought together by leader of the pack Sgt. John O’Mara (Josh Brolin) to take down the ruthless Micky Cohen (Sean Penn), an Eastern gangster hell bent on claiming the city for his own. Unashamedly violent but in a video game-esque way that leaves it sitting somewhere just off reality, the film’s glossy action can sometimes threaten to damage the believability or danger that the team of cops-turned-vigilantes find themselves in. Its unique and playful style makes otherwise pedestrian shootouts beautiful, but it never achieves any sort of realism. However, that’s part of the fun of the film; I don’t think it’s aiming for gritty realism but rather to envelope you in the fantasy, dream-promising land of 1940s Los Angeles. 
 The biggest pleasure cast-wise is Sean Penn, who is clearly having a ball playing ultra-gangster Micky Cohen. He’s cartoonish and ridiculous but provides many of the film’s most electrifying scenes, helping to give the occasionally clunky dialogue a gravitas it wouldn’t otherwise have. While the film strongly reminds you of better gangster tales of years past – The Untouchables and L.A. Confidential chief among them – Gangster Squad nonetheless survives on the strengths of its graceful action, enjoyable performances and elegant visuals. It’s undoubtedly silly and over-the-top but ultimately a good bit of fun







Argo


In 1979, Iranians participated in the first televised revolution. They overthrew a leader who wasn’t initially chosen to be their Shah, but was appointed to this position by US/UK who backed coup d’état in the early 50’s. Months after he was overthrown, the former dictator was granted permission to receive medical treatment in the US. The population, now as an angered mass demanded the return of their former dictator so he could receive a proper trial and probably hang. The protests took place outside the American embassy in Tehran and, on a particular day, they stormed into the embassy. Six Americans working in the embassy managed to escape, and the rest were taken hostage. Argo tells the story of the rescue operation planned for the six Americans who took refuge at the Canadian ambassador’s home. What followed was one of the most unusual rescue operations in CIA history. Argo is one of the most suspenseful films of the year and even though the subject matter is quite serious, it doesn’t shy away from humour. Alan Arkin and John Goodman in particular stand out amongst the strong supporting cast. Goodman plays a Hollywood make-up artist who brings in film producer Lester Siegel when the CIA decides that the best rescue mission is to fool the Iranian government into thinking they’re filming a Canadian science fiction film. 
 Ben Affleck, this is the actor’s third directional effort and it’s a magnificent achievement. His first debut as a director was the excellent mystery thriller Gone Baby Gone, his second was the marvelous crime caper The Town. With “Argo” he fully establishes himself as one of the best working directors today.



domingo, 6 de janeiro de 2013

The Last Picture Show | 1971

A group of 50's high schoolers come of age in a bleak, isolated,
atrophied West Texas town that is slowly dying, both economically and culturally.




quarta-feira, 27 de julho de 2011

No Man Of Her Own |1932

Clark Cable e Carole Lombard Clark Gable é o jogador Babe Steward, líder de uma quadrilha de pôquer que atua explorando os senhores milionário de NY. Perseguidos pela polícia o grupo decide dar um tempo na jogatina, separando-se por algumas semanas. Steward decide viajar para uma cidade pequena qualquer e é onde se encanta com a jovem bibliotecária Connie Randall (Carole Lombard). Depois de tentar seduzi-la, até mesmo encontrando-se com seus pais, o jovem casal decide no "cara ou coroa" se casavam ou terminavam o romance. A moeda os força a casar e Babe tem a difícil tarefa de esconder o verdadeiro motivo de seus encontros de pôquer e fingir que sai de casa todas as manhãs para seu trabalho tradicional. Visando um grande jogo na América do Sul Babe decide enviar Connie de volta a casa de seus pais, prometendo reencontra-la em 3 meses, mas apaixonado pela sua nova esposa Babe se entrega a policia e passa um tempo para que sua ficha seja limpa e que possa ter uma vida simples e feliz com sua esposa. O figurino é espetacular, clássico dos anos 30, onde até mesmo as camisolas eram cheias de glamour e detalhes. O filme preto e branco não faz jus aos detalhes, mas define a elegância e o fino corte com que as roupas eram definidas. A única crítica é quanto aos cabelos porque todas na época usavam na altura do queijo e com ondas, deixando a criatividade de lado e a personificação de cada mulher. Este foi o primeiro filme onde Gable e Lombard contracenaram juntos e, casada com William Powel e por saber da fama de Gable, Lombard ignorou todas as tentativas do charmoso Gable. Apos alguns anos e divorcio o casal de se reencontram e casam-se na vida real, tornando-se mais uma lenda de amor de Hollywood. Carole Lombard faleceu aos 33 anos num acidente de avião, fazendo com que Gable se alistasse para lutar na Segunda Guerra Mundial e desaparecesse do cinema por muitos anos. Grande filme e atores incomparáveis.




terça-feira, 1 de março de 2011

Silkwood |1983

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Silkwood (1983)
Meryl Streep, Kurt Russel e Cher.

O filme conta a vida de Karen Silkwood, uma metalúrgica, divorciada e separada de seus três filhos pequenos. Karen (Meryl Streep) vive con sua amiga lésbica Dolly Pelliker  (Cher) e seu namorado Drew Stephens (Kurt Russel) em uma casa perto da planta de trabalho..

Durante o expediente Karen eh exposta a radiação, sofre tortura psicológica e trabalha por longas horas. Para evitar e amenizar seus problemas com o ex-marido e longas horas de trabalho ela fuma muito, inclusive maconha, e bebe exageradamente. Apos episódios suspeitos na metalúrgica, Karen começa a investigar os padrões de funcionamento e segurança  da empresa  americana Kerr-McGee, o que causou a sua possível morte para prevenir o escândalo  de baixa segurança para os funcionários. O filme é provacativo e aguça ainda mais as dúvidas sobre este acidente de carro fatal.

Meryl e Cher adotam a postura de mulheres fortes, usando jeans, regatas e pouca maquiagem. Com cabelos curtos, fala simples e dia-a-dia comum elas mostram o quanto somos dependentes destas gigantes e poderosas companhias.  

Silkwood não é um filme previsível , não espere encontrar grandes manifestos e conspirações políticas, apenas conta a vida de um ser humano e de nossas relações com o meio externo em situacões de extremo  cansaço e falta de cuidado.

Excelente filme e incrível interpretacão de Meryl e Cher.






terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Topaz (1969) & The Man Who Knows Too Much (1956)


Um agente da inteligência francesa torna-se envolvido na política da Guerra Fria com a descoberta de acontecimentos que levaram à crise dos mísseis de Cuba em 1962, e depois segue para a França onde tenta acabar com uma rede de espionagem internacional russa.
O agente Andre Devereaux (Frederick Stafford), mesmo com problemas conjugais e ao contrário da opinião de sua esposa, auxilia o Serviço Secreto Americano em descobrir o que Rússia está planejando. Quando chega a Cuba, Andre se hospeda na casa de Juanita de Cordoba (Karin Dor) sua amante e informante no país, que o ajuda a descobrir a trama e usa os melhores figurinos do filme. Usando cores fortes e maquiagem marcando seus olhos, Karin Dor rouba a cena logo em sua primeira aparição quando usa um vestido belíssimo vestido vermelho. Suas feições latinas e olhos grandes ela passeia por todas as cores, variando penteado e acessório com a riquíssima paisagem de Cuba.

Os ultimos filmes de Hitchcock podem não ser os mais populares, mas mantêm um fascínio para aqueles que apreciam seu trabalho e simpatizam com o seu espírito e tentativas de trilhar novos caminhos.

Topaz tem um enredo cativante, fotografia criativa e um elenco internacional (que inclui apenas um ator norte-americano, John Forsythe). Infelizmente, o público tinha expectativas ver o mesmo Hitchcock dos filmes anteriores então respondeu negativamente a obra, classificando-o como o seu pior filme, uma total injustiça. Ourto ponto fator importante para o não sucesso foi a escalação de atores não tão bem conhecidos na época, apesar de Frederick Stafford já ter atuado no papel de O.S.S. 117, a versão francesa de James Bond.
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The Man Who Knows Too Much (1934 e regravado em 1956)


PhotobucketA família Americana Dr. Ben McKenna viaja para Marrocos com seu filho durante as férias e é vítima de uma conspiração de assassinato. Logo em sua chegada conhece um misterioso francês que se identifica como o comerciante Louis Bernard (Daniel Gelin) que os convida para jantar durante a noite. Jô McKenna (Doris Day) desconfiada deste senhor faz de perguntas que, por não serem respondidas, aguça ainda mais a curiosidade da esposa e ex-cantora dos palcos europeus. Bernard, já na suíte do casal, cancela subitamente o jantar fazendo que os dois jantem sozinhos e conheçam um casal de ingleses no restaurante. A noite é muito prazerosa e os quatro combinam uma visita ao mercado no dia seguinte.
Durante este passeio um assassinato é cometido e o ferido é Bernard que se apoio no médico McKenna e o conta sobre a conspiração descoberta em Londres. Enquanto o casal segue para interrogatório na delegacia, os verdadeiros assassinos raptam seu filho para que a verdade não seja revelada e voam para concluir seu plano na Inglaterra. O casal, ameaçado e assustado também seguem para Londres na esperança de encontrar seu filho. Depois de algumas descobertas, brigas com taxidermistas, pistas falsas, escaladas na torre de igreja, conseguem desmantelar a conspiração, entregar os culpados e salvar sua criança.

O figurino é composto por ternos, vestido com cores claras e rodados da década de 50 e tailer composto por saia. Tudo muito tradicional e requintado, característicos desta época. Já as tradições marroquinas foram seguidas a risca. No restaurante foi servido um prato para que todos da mesa pudessem compartilhas, os personagens comiam apenas com a mão direita, preservando a cultura e sendo fiel aos pequenos detalhes da cultura. Os marroquinos são muito cuidadosos com a sua imagem, podendo passa horas na frente do espelho se enfeitando. Eles não vão para a rua sem que as suas roupas estejam tão limpas e passadas a ferro quanto possível. Calções são considerados de roupa interior. A exposição da pele na rua é considerada extremamente deselegante e, mesmo no verão, os homens preferem usar sapatos fechados, em vez de sandálias. Os sapatos são conservados impecavelmente limpos, limpam regularmente para remover a poeira e areia. O filme ensina trata também das diferenças culturais existente entre religião e sociedade.

O filme ganhou uma nova versão em 1956 porque Hitchcock achava seu trabalho de 1934 muito amador. Também foi premiado com o Oscar por melhor música com “Whatever Will Be, Will Be (Que Será, Sera), cantada por Doris Day em diversos pontos do filme. 


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domingo, 12 de dezembro de 2010

Billy Elliot (2000)

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O filme conta a trajetória de um menino de 11 anos que descobre seu talento como bailarino. A história se passa na cidade fictícia de Everington (UK) durante a greve dos mineiros no governo da dama de ferro Tatcher, por melhores condições de trabalho, mostrando com certo humor o empobrecimento da classe média da época, inclusive da família Elliot. Entre manifestações nas ruas, preconceito, machismo e desintegração da família com a morte de sua mãe, Billie encontra uma fuga na paixão pela dança. Depois uma aula de boxe fracassada, o garoto entra sem intenção na sala de balé onde algumas meninas são treinadas por Mrs. Wilkinson (Julie Walters), que vê no menino um grande talento a ser trabalhado e concorda em ensiná-lo escondido de sua família. O filme mostra seus avanços, com cenas divertidíssimas que nos matam de inveja da liberdade e despreocupação do menino dançando pelas ruas, sem se importar com os outros. Quando seu pai, Jackie Elliot (Gary Lewis),finalmente descobre o que Billy vem fazendo ao invés de freqüentar aulas de boxe, o agride, ofende e o proíbe de voltar às aulas mas logo o preconceito some, vendo uma nova oportunidade surgir para seu caçula, salvando-o da vida difícil de minerador de carvão. Outro ponto interessante é a personalidade do único amigo de Billy, Michael (Stuart Wells), que o julga gay devido ao interesse por dança, e decide mostrar seu afeto ao aspirante a bailarino. Como poucas crianças de 11 anos e devido ao seu histórico familiar, Billy o entende e segue com a amizade que dura por muitos anos. A cena entre eles que mais comoveu foi a despedida, quando Billy segue para outra cidade se profissionalizar na dança, ele corre até o seu amigo, recebe um beijo na bochecha e desce a rua sob os olhares de seu fiel e companheiro de infância. A descoberta da sexualidade, num filme com pré-adolescentes, poderia ter sido transformada em algo vulgar ou explícito, mas o roteirista soube trabalhar bem esse ponto, discutindo homossexualidade e preconceito, casamento, sexo e desejo sem nenhuma apelação e com sensibilidade rara. O filme surpreende também pela perfeita atuação de Janie Bell que interpreta Billy, deixando de lado os trejeitos infantis tradicionais e agindo como uma criança comum confusa entre preconceitos, vontades e críticas nesta fase de construção de valores. Bell é um ator nato, excelente dançarino e acredito que a própria experiência de ter se tornado um dançarino profissional em sua vida, tenhas sido refletido na composição do seu personagem. Outro destaque é Julie Waters como a fumante professora, frustrada por não ser bailarina profissional e que enxerga no menino a sua redenção. Não foi à toa que Waters foi indicada ao Oscar de atriz coadjuvante. O bom de Billy Elliot é que o filme não tem pretensão nenhuma em passar uma lição de vida e sim nos fazem refletir sobre a nossa realidade e no que podemos transformá-la, seja enfrentando pais, greves, preconceitos, examinadores pernósticos e classe social. A cena final é totalmente espera, mas mesmo assim não deixa de emocionar. A trilha sonora, por conta de Stephen Warbeck, é riquíssima e mistura rock, punk, musica clássica e som de grevistas enfurecidos. Infelizmente não foi lançada no Brasil, mas abaixo segue seleção de músicas e tamém as peaasgens que foram gravadas no CD: 1. "Cosmic Dancer" - T. Rex 2. Boys Play Football 3. "Get It On (Bang a Gong)" - T. Rex 4. Mother's Letter 5. "I Believe" - Stephen Gately 6. "Town Called Malice" - The Jam 7. Sun Will Come Out 8. "I Love to Boogie" - T. Rex 9. "Burning Up" - Eagle-Eye Cherry 10. Royal Ballet School 11. "London Calling" - The Clash 12. "Children of the Revolution" - T. Rex 13. Audition Panel 14. "Shout to the Top!" - The Style Council 15. "Walls Come Tumbling Down" - The Style Council 16. "Ride a White Swan" - T. Rex Escrito por Lee Hall e dirigido por Stephen Daldry, o filme se tornou um musical de sucesso em 2005, conquistando platéias ao redor do mundo. Dotado de uma inteligência e sensibilidade única, "Billy Elliot" já surge como um dos mais importantes filmes ingleses dos últimos tempos. Excelente!